10 Dicas para aprender a contar histórias para bebês

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Os bebês e crianças pequenas gostam de ouvir histórias e prestam atenção aos movimentos, tom de voz e sons usados pelo contador em suas narrativas. Além disso, as histórias ajudam no desenvolvimento da linguagem dos pequenos e na criação de vínculos entre eles e o professor. Por tais razões, atividades de leitura devem fazer parte da rotina de creches e de escolas de Educação Infantil. Mas o que ler para os bebês? E em quais momentos? Qual o tom de voz devo usar? Essas são algumas dúvidas que rondam a cabeça do educador de berçário e maternal. Vamos postar aqui algumas dicas pra te ajudar.

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O objetivo desta postagem é estimular o professor a ler para bebês e crianças pequenas, orientar sobre a escolha de textos, a pronúncia das palavras e os movimentos do corpo na atividade de contação de histórias para o berçário e o mini maternal. 

10 dicas para ajudar professores de berçário a contar histórias
Ao ouvir as palavras durante a contação de história e tentar pronunciá-las, os bebês também desenvolvem sua linguagem, mesmo que ainda não saibam falar. Vamos começar nossa aventura? Pra começar, ao contar histórias para bebês, é importante tomar algumas medidas para que eles não se assustem e chorem…

  1. Usar tom de voz suave, evitando gritos ou alterações bruscas de voz.
  2. Nunca fale alta ou grite em momentos empolgantes da história para não assustar o bebê.
  3. Não fazer movimentos bruscos com o corpo.
  4. Utilizar canções suaves, como os acalantos.
  5. Se inserir objetos na contação de história, optar por elementos simples e coloridos (lenços, bolas etc.).
  6. Evitar narrativas longas. Em vez disso, optar por cantigas, parlendas e contos mínimos.
  7. Associar a contação com a hora do sono, pois histórias acalmam os bebês e os ajudam a dormir.
  8. Ao usar livros, opte por obras com figuras grandes e coloridas, que estimulam a percepção visual.
  9. Toque a criança com carinho e cuidado.
  10. Use sempre histórias e contos pequenos. Uma boa dica são parlendas (aproveite o folclore). Aí vão algumas sugestões.

Rei e rainha

‘Essa é a história do rei e da rainha Ela queria fazer um bolo, mas não tinha farinha.’

DICA: Ao contar este conto mínimo, faça os gestos da rainha batendo a massa de um bolo.

Cadê o toucinho?

Cadê o toucinho que estava aqui?

O gato comeu.

Cadê o gato?

Está no mato.

Cadê o mato?

O fogo queimou.

Cadê o fogo?

A água apagou.

Cadê a água?

O boi bebeu.

Cadê o boi?

Está amassando o trigo.

Cadê o trigo?

A galinha ciscou.

Cadê a galinha?

Está botando o ovo.

Cadê o ovo?

O padre comeu.

Cadê o padre?

Está rezando missa.

Onde é a missa?

Por aqui, por aqui

No altar.

DICA: Comece esta parlenda fazendo movimentos bem suaves na mãozinha da criança e vá subindo pelo braço. Na hora do “por aqui, por aqui, no altar”, chega-se até a axila da criança fazendo cócegas nela.

Serra, serra

Serra, serra, serrador

serra o papo do vovô.

Serra, serra, serrador

serra o papo do vovô

Dica: Coloque a criança no colo e segure em seus bracinhos fazendo o movimento de vaivém da serra enquanto cantarola a parlenda.

Janela, janelinha

Janela, janelinha

Janela, janelinha

porta, campainha

pééé…

Dica: Ao falar “janela, janelinha”, apoie (levemente) os dedos em cada uma das pálpebras da criança. Quando falar “porta”, aponte a boca. O nariz é a campainha que, quando tocada, deve fazer o seu som (pééé).

Dicas daqui.

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